Projeto Nacional de Transformação Digital
Reestruturação Administrativa, Financeira e Tecnológica Nacional
A Ordem dos Músicos do Brasil é uma autarquia federal com mais de 100 mil filiados. Um app oficial traz modernização, redução de burocracia e nova receita.
Retorno: investimento se paga em 12–24 meses e gera lucro contínuo.
Prazo: 5 meses
Por que vale o investimento? Este pacote inclui todas as funcionalidades avançadas e estratégicas. Receita nova projetada de R$ 3–10 milhões/ano (anuidades recuperadas, taxa em contratações, cursos, ECAD, etc.). O app se paga em 12 meses e vira fonte de lucro permanente para a Ordem.
Integração segura com Pix, GOV.BRASIL (ICP), WhatsApp, Mapa e ECAD – tudo com selo federal e criptografia.
Não é gasto. É investimento que se paga sozinho e gera lucro contínuo para a Ordem.
A Ordem dos Músicos do Brasil exerce função pública delegada, possuindo natureza jurídica de direito público, com poder de fiscalização profissional e arrecadação de anuidades obrigatórias.
Nos termos do Art. 37 da Constituição Federal, a Administração Pública deve observar os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.
O presente projeto visa modernizar a estrutura administrativa nacional da OMB por meio de transformação digital estruturante, garantindo eficiência arrecadatória, rastreabilidade financeira e controle estratégico nacional.
Consequência: fragilidade institucional e perda de eficiência arrecadatória.
Implantar o Ecossistema Digital Oficial da OMB, estruturado como plataforma nacional integrada, com:
Documento digital com QR Code verificável e assinatura criptográfica.
Reduz fraudes, fortalece fiscalização e valoriza a profissão.
Integração direta com sistema bancário via API Pix.
Conciliação automática e emissão instantânea de recibo.
Projeção: recuperação de 20% de inadimplentes pode gerar +R$6 milhões anuais.
Intermediação formal músico ↔ contratante com taxa administrativa.
Nova receita recorrente institucional.
Cursos certificados pela OMB.
Receita estimada conservadora: R$2 milhões anuais.
Resultado: Presidência passa a ter controle estratégico nacional unificado.
Total projetado: ≈ R$33 milhões adicionais.
Investimento estimado: R$ 115.000 (pacote completo).
Payback estimado: 6 a 12 meses.
Diagrama esquemático mostrando integração segura com Pix, GOV.BRASIL (ICP), WhatsApp, Mapa e ECAD – tudo com selo federal e criptografia.
Total estimado: minimo 5 a 9 meses, dependendo das aparovações.
Cada item abaixo é uma parte importante do projeto. Clique na setinha para entender o que significa, explicado de forma clara e direta:
É o desenho completo de como o sistema inteiro é construído. Mostra onde as informações ficam guardadas, como elas se movem de um lugar para outro e como tudo é protegido. É como um projeto de construção que garante que a estrutura seja forte, segura e funcione sempre sem problemas.
Em vez de ter computadores físicos dentro da Ordem, as informações são guardadas em servidores poderosos que ficam na internet (na nuvem). É como alugar um espaço seguro e muito grande em vez de construir tudo do zero. A nuvem é rápida, nunca para e cresce automaticamente quando precisa de mais espaço.
O banco de dados é o lugar onde ficam guardadas todas as informações importantes: nomes, fotos, endereços e pagamentos. AES-256 é o método mais forte de proteção que existe hoje: ele embaralha tudo de um jeito que só quem tem a chave certa consegue ler. É como colocar os documentos em um cofre eletrônico impossível de abrir sem permissão.
API é uma ponte que permite que diferentes partes do sistema conversem entre si. Por exemplo, quando alguém paga a anuidade, a ponte leva essa informação para o banco de dados e avisa que está pago. REST é o jeito organizado e padrão de fazer essas pontes. "Seguras" significa que só quem tem permissão pode usar a ponte.
É uma forma de confirmar que quem está entrando é realmente a pessoa certa. Em vez de só pedir a senha, pede também um código que chega no celular ou pede para usar a impressão digital ou o rosto. É como ter duas verificações diferentes para abrir a mesma porta: senha + código extra.
São as regras claras que todos precisam seguir para proteger as informações. Diz quem pode ver o quê, como guardar os dados, o que fazer se alguém tentar entrar errado e como fazer cópias de segurança. É como um conjunto de instruções para manter tudo protegido e organizado.
É o conjunto de regras legais para o espaço dentro da app onde músicos oferecem serviços e produtores contratam. Define quem paga quanto, como funciona o acordo, o que acontece se alguém não cumprir e como a Ordem recebe sua parte. Tudo para ficar dentro da lei e ser justo para todos.
É o plano passo a passo para os próximos 10 anos: o que vamos fazer em cada ano, como aumentar o número de usuários, adicionar novas funções e crescer a receita. Mostra como a Ordem vai ficar cada vez mais forte e preparada para o futuro.
É o guia que define quem toma decisões no projeto digital, quem cuida do dinheiro, quem aprova mudanças e quem verifica se está tudo certo. É como um conjunto de regras claras para que ninguém fique confuso e o trabalho ande organizado.
É a maneira organizada de gerenciar todo o projeto digital da Ordem. Inclui regras claras, pessoas responsáveis, reuniões regulares e decisões bem registradas para que o sistema funcione bem e melhore com o tempo.
É um grupo fixo de pessoas que trabalha só no sistema digital da Ordem. Elas cuidam do dia a dia: resolvem problemas, fazem melhorias e garantem que tudo continue funcionando bem depois que o app for lançado.
É o lugar único onde ficam guardadas todas as informações da Ordem no Brasil inteiro. Em vez de cada estado ter sua própria lista separada, tudo fica em um só lugar seguro e sempre atualizado, para a Presidência ver tudo de uma vez.
O presente projeto representa a modernização estrutural da OMB para os próximos 20 anos.
Trata-se de investimento estratégico com retorno financeiro, fortalecimento institucional e controle nacional unificado.
Não é promessa vazia. Aqui está exatamente como o dinheiro entra na conta da Ordem, com mecânica prática e números conservadores baseados em dados reais do mercado musical brasileiro (ECAD, IBGE, plataformas como Sympla e Hotmart). Tudo sem inventar – só fatos e lógica.
Mecânica: App envia lembrete automático 30 dias antes do vencimento (push + WhatsApp). Link direto para Pix. Após pagamento, carteira atualiza na hora. Inadimplente perde acesso ao marketplace e a cursos até regularizar. Dashboard da Presidência mostra inadimplência por seccional.
Lucro real: Inadimplência atual estimada em 40% (média em autarquias semelhantes). Com 100 mil filiados e anuidade média R$ 300, perde-se R$ 12 milhões/ano. Reduzindo para 15% (realista com automação), recupera R$ 7,5 milhões extras/ano. No Ano 1: +R$ 4–6 milhões. Se paga o investimento só com isso.
Mecânica: Produtor busca músico no app (filtro por instrumento, cidade, cachê). Envia proposta formal. Músico aceita, pagamento via Pix intermediado. Ordem cobra taxa automática de 5–10% (ex: show de R$ 2.000 → taxa R$ 100–200). Contrato modelo OMB incluso. ECAD cobrado automaticamente.
Lucro real: Mercado de shows no Brasil ~ R$ 2–3 bilhões/ano. Com 100 mil filiados, se 5% dos shows passarem pelo app (conservador), e ticket médio R$ 1.500, gera 10 mil contratações/ano = R$ 15 milhões movimentados. Taxa média 7% = R$ 1,05 milhão extras/ano no Ano 1. Com crescimento para 15% de adoção, chega a R$ 3–5 milhões/ano em 3 anos.
Mecânica: Cursos certificados OMB (ex: violão, teoria, produção). Filhado paga R$ 50–200 via Pix no app. Acesso imediato + certificado digital ICP-Brasil. Ordem retém 30–40% (resto para instrutor). Notificações no app promovem cursos.
Lucro real: Se 5% dos filiados (5 mil) comprarem 1 curso/ano a R$ 100 médio, gera R$ 500 mil brutos. Retenção 35% = R$ 175 mil extras no Ano 1. Com marketing interno, escala para R$ 1–2 milhões/ano em 2–3 anos (similar a plataformas EAD no Brasil).
Mecânica: Show registrado no app gera boleto ECAD automático. Ordem cobra taxa de 2–5% pela intermediação e facilitação. Tudo registrado para auditoria.
Lucro real: ECAD arrecada R$ 1 bilhão/ano. Se app intermediar 3–5% dos shows filiados, taxa 3% gera R$ 300–900 mil extras/ano. Aumenta conformidade e atrai filiados.
- Partituras: músico sobe e vende, OMB retém 20% → R$ 50–200 mil/ano.
- Alertas de vagas: produtor posta vaga, taxa R$ 50/anúncio → R$ 100–300 mil/ano.
- Parcerias eventos: taxa por ingressos vendidos via app → R$ 200–500 mil/ano.
Resumo Final de Lucro: No Ano 1: R$ 5–10 milhões extras (anuidades + marketplace + cursos). Ano 3–5: R$ 10–20 milhões/ano. Investimento de R$ 115 mil se paga em 6–12 meses e vira máquina de lucro permanente. A Ordem ganha dinheiro com cada show, curso, anuidade e venda – sem depender só de taxa obrigatória. O presidente controla tudo pelo dashboard e vê o dinheiro entrar em tempo real.
Briefing detalhado. Aprovação do protótipo visual (telas do app) em 4–8 semanas.